A. C., reside na Suiça, no entanto desde a sua ida tem verificado um profundo estado de tristeza que levou a uma vida de melancolia e sem motivação. Quando recorreu à consulta online sentiu que precisava de ajuda para sair daquele estado.

Mesmo à distância e por impossibilidade de se deslocar ao meu consultório no Porto, iniciámos com uma sessão profunda que permitiu logo na primeira sessão entrar no processo regressivo e descobrir a origem da sua tristeza.

Na verdade A. C. é filho de emigrantes, e quando era pequeno tinha ficado com os tios em Portugal, por ser muito novo para acompanhar os pais, e onde apenas via os pais durante as férias escolares.

Passado anos quando tomou a decisão de trabalhar no estrangeiro, quando da chegada à Suiça rapidamente começou a sentir os sintomas que inicialmente descreveu.

Dentro do processo regressivo A. C. descobriu que na memória do seu ego infantil associava a Suiça a tristeza e abandono, então entendido essa relação e ainda na primeira sessão iniciou-se o processo de libertação.

Na segunda sessão explicou que sentia conforto e sem aquela dor no peito. continuamos nessa sessão a limpar ainda mais profundamente todo o processo traumático do “abandono” na versão do seu ego infantil.

3 semanas depois na terceira sessão indicou que sentia-se perfeitamente tranquilo, e aproveitou a sessão para resolver outras situações menores na sua relação com os colegas de trabalho.
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(História disponibilizada para partilha e inspiração)

C. F. estava no ultimo ano do curso de Direito, logo que iniciou a primeira consulta começou a descarregar toda a informação que tinha acumulado, reportando os sintomas de ansiedade generalizada, peso no peito, pressão na cabeça, sem conseguir dormir e outros sintomas em forma de historias repetidas.

C. F. explicou que estava ansiosa para a sessão, e preocupada que a sessão não funcionasse nem que conseguisse entrar no estado de hipnose, e com medo de fechar os olhos, no entanto rapidamente entendeu que também era possivel continuar a sessão dessa forma, tanto que a meio da sessão por vontade própria e com os exercícios próprios sentiu uma imensa vontade de fechar os olhos.

Já nessa sessão conseguimos identificar a origem da ansiedade, associada ao medo ainda presente de quando pensava que não iria entrar na Universidade. Compreendido a origem trabalhamos nessa sessão a desprogramação para limpar esse programa mental.

Entenda, a C. F. tinha tanto medo de não conseguir entrar na Universidade que quando entrou não teve a capacidade deixar esse medo. Resolvida essa situação, aproveitou as sessões seguintes para trabalhar a memória e melhorar o estudo.

Hoje é uma profissional de sucesso na área e muito consciente das suas capacidades.
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Quando a J. T. contactou informou que estava tão triste que sentia que a sua vida já não tinha sentido, e sente que não tem sorte no amor e só “atrai” pessoas más e com intenções negativas.

A vontade da J. T. de mudar era tanta que não demonstrou nenhuma resistência, entrou em minutos no processo e abriu-se uma caixa de emoções reprimidas e presas durante toda a sua vida. Na verdade J. T. estava profundamente e emocionalmente ferida.

Nessa sessão conseguimos trabalhar e libertar a ligação emocional que tinha com diversos antigos parceiros manipuladores, egos dessas relações que vivam dentro da mente da J. T. e que todos os dias a torturavam com sentimento de “nunca vais ser ninguém”.

Em 3 sessões conseguimos limpar todos esses egos e mudar a forma como a J. T. observa as relações, conseguindo entender profundamente que parte dessa informação vem consigo desde a nascença num processo profundo de compreensão da sua própria existência.
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O medo de ter medo para C. S. significava ter medo de não respirar, medo de falar, medo de não acordar e medo de viver com medo de morrer!

A muito custo conseguiu deslocar-se ao consultório, acompanhado pelos filhos, que pela preocupação trouxeram almofadas para colocar no chão, com medo que pudesse cair da poltrona.

Sendo um caso muito delicado, com todo o cuidado necessário, C. S. pediu para que os filhos o acompanhasse durante a sessão, no entanto compreendeu que não é possível, pois se o objectivo era de resolver o medo, a presença dos filhos iria trazer-lhe um conceito de segurança, logo o medo estaria escondido ou anestesiado.

Assim que os filhos saíram C. S. entra num estado profundo de pânico, mexia-se vigorosamente na poltrona, suava por todo o lado, queria sair da sala, não me conhecia e tinha medo do que iria acontecer. O pânico foi tanto que mesmo parecendo impossível de se resolver, foi possível pelas técnicas adequadas que C. S. começasse a ver mentalmente e de olhos abertos o seu maior medo. Todas as recordações desse medo há muito tempo esquecidas vieram com tanta força que parecia real.

“Morte morte morte”, dizia C. S. repetidamente, enquanto descrevia um episódio aos 10 anos em que caiu numa valeta e ficou a noite toda ferido, cheio de medo, ao frio e com sentimento de morte iminente. Nessa mesma recordação vê-se que de manhã foi encontrado pelo tio, que pelo seu desaparecimento massacrou-o profundamente com um pau, repetindo, “se contas a alguém que isto aconteceu eu mato-te”.

C. S. dizia que até aquele momento não tinha noção daquele episódio, mas que depois tudo começou a fazer sentido…. na verdade o medo de falar, medo de viver, medo de morrer… toda aquela situação causada pelas ameaças do tio! Caiu num pranto profundo com aquela tomada de consciência.

Aplicado as técnicas correctas, C. S. tratou daquela memória reprimida, o que lhe permitiu sentir um imenso alívio, e um imenso sentimento de liberdade.

Embora tenho sido necessário mais 3 sessões para tratar as consequências de vida daquele momento, C. S. terminou o processo com uma imensa gratidão e profunda compreensão.
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Neste relato, L. Q. ligou desesperada, a chorar porque não conseguia parar de chorar!
Chorou ainda mais quando viu que tinha que esperar alguns dias para ser atendida.
Chegou então ao dia marcado, surge triste de cabeça baixa e a arrastar o pé.

“Já fiz de tudo, consultas de todo o tipo e já tomo 3 medicamentos”, foi o que disse logo que se sentou, e começou a chorar de forma descontrolada. Apenas observei, e aguardei que potencialmente terminasse, mas não terminou.

Eis que apliquei uma técnica que já tinha resultado no passado, retirei todos os lenços de papel da sala. E nesse momento o choro parou!

L. Q. surpreendida com o meu comportamento, ficou em choque a olhar para mim, mas não chorava.

E nesse momento, num movimento cheio de raiva pergunta: “onde é que quer que eu me limpe?” Ao qual respondi: “às mangas”.

L. Q. de novo num choque profundo, ficou ainda mais irritada comigo e começa a gritar profundamente.

Aproveitando todo aquele movimento permiti que continuasse, para que ela expressasse toda aquela energia reprimida. E aplicadas um conjunto assertivo de questões, L. Q. começou a falar com uma linguagem infantil, como se tivesse 5 anos, sendo que tinha mais de 40.

Aproveitei o momento, e dirigi o foco para esse seu ego de 5 ano, ali presa, cheia de raiva e de choro, que precisava de ser resgatada. Aplicadas as técnicas certas foi possível ajudar aquela versão de 5 anos presa num corpo de 40, a entender que já não era necessário mais chorar de forma compulsiva.

Agora com 40 anos e também ela mãe, poderia ter tudo aquilo que quando era criança não conseguiu atingir. Agora está bem, agora está protegida. Agora pode olhar para tudo e entender que está de parabéns, mesmo depois de tudo que passou com a mãe dela, sobreviveu, e está de parabéns por isso.

A transformação foi clara, sentiu-se um sorriso imenso e como que se acordara de um transe de anos. Voltou na sessão seguinte, bastante mais lúcida, que me permitiu trabalhar com L. Q. outras questões de forma mais consciente.
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Empresário com diversos estabelecimentos comerciais e muitos empregados a seu cargo, perante o medo e da incerteza causada pela imprevisibilidade de continuação do comércio, T. F. começou a apresentar quadros de raiva, medo, ansiedade extrema e dificuldade em dormir, bem como distúrbios gástricos e dores físicas.

A esposa levou o T. F. ao consultório muito preocupada, encontrava-se o dia todo isolado no seu quarto a reclamar, colecionar notícias da pandemia e fazer previsões negativas perante o seu próprio futuro.

T. F. durante 20 minutos explicou-me as consequências da falência, do impacto na sua vida e no impacto da vida dos seus empregados. Era repetitivo, incisivo e persistente com uma visão extremamente negativa.

Confesso que foi desafiante ajudar T. F. encontrar uma solução de forma eficaz.

Recorrendo de imensos exercícios foi possível, identificar e isolar na mente de T. F. três personagens distintos, o Empresário de Sucesso, o Empresário com Medo e o Homem de Família.

Recorrendo a uma técnica que possibilita o diálogo entre personagens, o próprio T. F. entrou numa conversa tripartida consigo mesmo, onde os diferentes personagens interagiam e falavam entre si. Esta conversa durou diversos minutos, ocorrendo momentos de catarse, choro e de euforia.

No final dessa conversa tripartida exteriorizada T. F. disse “encontrámos uma solução”.

Na verdade esta solução abrangia um acordo entre os 3 egos interiores, o Empresário de Sucesso que quer o que o seu império continue, o Empresário com Medo que concordou em ver menos notícias, e acreditar mais nos seus recursos internos, e o Homem de Família que aceitou que tem uma equipa familiar forte e capaz de o suportar.

Ainda no processo na mesma sessão, recorrendo a técnicas regressivas, T. F. compreendeu que o ego Homem de Família carregava uma pressão parental muito grande, desde de muito jovem, para ser o melhor e nunca falhar.

Na sessão seguinte explicou que retomou a gestáo da sua empresa, mais equilibrado e com foco a continuar o caminho do sucesso empresarial.
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